sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ideias e mais ideias..

Olá, como estão?

Então, quando tenho um tempo livre, gosto de mexer em softwares que costumo usar na faculdade, como o SketchUp, o AutoCAD, V-Ray, InDesign, etc. Mesmo que sejam apenas esboços de ideias, colocar isso no papel (ou melhor, no computador) me ajuda à amadurecê-las e a criar outras novas ideias. Por isso vou postar alguns trabalhos que fiz usando esses softwares (mais precisamente, o Sketch e o V-Ray). São três projetos: uma proposta de salão de beleza para apartamento, um quarto de solteiro de dimensões comuns e um projeto de sala de uma escola FISK (além de estudante de Arquitetura, sou professora de inglês e trabalhei em uma filial dessa empresa por quase três anos, antes de vir para BH fazer faculdade. Um período maravilhoso, sem dúvida). bom, espero que gostem e opinem. Obrigada.

Sala escola FISK
Sala escola FISK
Quarto solteiro (dimensões: 4 x 3,20 m)


Projeto - salão de beleza

Projeto de Reforma - Modelos Sketch Up

Olá,
Fique um bom tempo sem postar materiais aqui, mas agora voltei e vou atualizar o blog nos próximos dias. A seguir, coloquei fotos de um trabalho da faculdade: uma proposta de reforma arquitetônica. Antes de mais nada, quero enfatizar que isso foi apenas um trabalho acadêmico, a reforma não ocorreu na realidade. 
Bem, a casa que escolhi para mudança me surpreendeu porque não havia tanto o que mudar. Entretanto, pensei em algumas modificações que achei interessantes e necessárias. Primeiramente, consertei o problema de rachadoras nas janelas (já que elas eram de aço e, portanto, muito pesadas) trocando as antigas por novas de correr, mais leves. No projeto, também quis mudar o ambiente cozinha/ sala de jantar: destruí a parede da cozinha, criando um ambiente mais amplo através de uma cozinha americana. Propus ainda uma bancada de granito para melhor aproveitamento do espaço da cozinha. À pedido dos moradores, criei uma área de churrasco (já que a família me disse que recebia amigos com frequência) e criei uma área para os cachorros também. Após essa breve explicação, segue abaixo algumas fotos do projeto. O software usado foi o SketchUp 8 Pro e o render, V-Ray.

Vista frontal (sem V-Ray)
Garagem



Planta humanizada

Cozinha (com V-Ray)

Cozinha / sala de jantar

Quintal com área de churrasco e área para os cachorros























































































Bom, esse é o meu primeiro projeto de reforma Críticas e elogios são sempre muito bem vindos.
Boa tarde :)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

1º post de 2012: Viagem à Ouro Preto

Como primeiro post de 2012, gostaria de abordar uma viagem, feita para a disciplina de História da Arte,  que fiz com meus colegas de sala até a cidade de Ouro Preto, no dia 3 de abril. Estando agora no 2º período, percebi como essa ida à uma cidade histórica de tanta importância me acrescentou mais conhecimento sobre a arquitetura barroca, que foi o tema principal. Através das observações de várias igrejas, como a Matriz do Pilar e a Igreja de São Francisco de Assis, foi possível notar a grandiosidade das obras daquela época, bem como a riqueza de detalhes das mesmas. 
Vou citar como primeiro exemplo a Igreja do Rosário. Ela é uma das poucas igrejas remanescentes que possui uma planta elíptica, um dos traços marcantes do Barroco Mineiro. Apesar de não ter tido a chance de entrar nela (já que ela estava fechada no horário em que a visitamos), observar o seu exterior já foi o suficiente para aprofundar um pouco no Barroco mineiro e em suas principais características. 

Igreja do Rosário
Uma outra igreja que visitamos foi a de São Francisco de Assis, uma das mais famosas e importantes do período. Logo no início quando a olhamos pela primeira vez, notamos que as torres estão inclinadas em relação a fachada. Isso foi um meio que os arquitetos acharam para quebrar a visão predominantemente frontal que a maioria (senão todas) as igrejas tinham. Além disso, como mencionado pelo professor dessa disciplina, essa igreja possui influências da conhecida razão áurea (proporção que, segundo os estudiosos, faria com que a construção que a possuísse chegasse próximo à perfeição estética).


Igreja de São Francisco de Assis
Visitamos outras igrejas e construções da cidade de Ouro Preto, tentando apreender cada detalhe das mesmas e o que cada uma queria representar. Como uma cidade tão rica culturalmente, não poderia classificar a viagem de outra forma a não ser enriquecedora.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pesquisa sobre interatividade - Artistas (Grupo 7)

Lygia Clark (Belo Horizonte, 1920 – Rio de Janeiro, 1988).

Lygia Clark é uma das fundadoras do Grupo Frente, em 1954: dedicando-se ao estudo do espaço e da materialidade do ritmo, ela se une a Décio Vieira, Rubem Ludolf, Abraham Palatnik, João José da Costa, entre outros, e apresenta as suas “Superfícies Moduladas, 1955-57” e “Planos em Superfície Modulada, 1957-58”. Estas séries deslocavam a pintura para longe do espaço claustrofóbico da moldura. É o que Lygia queria como linha-luz, como módulo construtor do plano. Cada figura geométrica projeta-se para além dos limites do suporte, ampliando a extensão de suas áreas. Lygia ainda participa, em 1954, com a série “Composições”, da Bienal de Veneza – fato que se repetirá, em 1968, quando é convidada a expor, em sala especial, toda a sua trajetória artística até aquele momento.

Lygia Clark deixa de lado a matéria dura (a madeira), passa pelo metal flexível dos “Bichos” e chega à borracha na “Obra Mole, 1964”. A transferência de poder, do artista para o propositor, tem um novo estágio em “Caminhando, 1964”. Cortar a fita significava, além da questão da “poética da transferência”, desligar-se da tradição da arte concreta, já que a “Unidade Tripartida, 1948-49”, de Max Bill, ícone da herança construtivista no Brasil, era constituída simbolicamente por uma fita de Moebius. Esta fita distorcida na “Obra Mole” agora é recortada no “Caminhando”. Era uma situação limite e o início claro de num novo paradigma nas Artes Visuais brasileiras. O objeto não estava mais fora do corpo, mas era o próprio “corpo” que interessava a Lygia.

>> Mais informações em:  http://www.lygiaclark.org.br/biografiaPT.asp


 Alexander Calder (22/07/1898, Nova York, 11/11/1976)

De 1931 datam as suas primeiras construções abstratas, nitidamente influenciadas por Mondrian. Os primeiros móbiles são de 1932. Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidos entre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer de Marcel Duchamp, “é a sublimação de uma árvore ao vento”.
Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o mobile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tours e embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano.

Abraham Palatnik (Natal RN 1928)

Estudou em Telaviv, nas escolas Herzlla e Montefiori, esta última de especialização em motores de explosão. Estudou pintura e história da arte no ateliê de Aron Ani, escultura com Sternshus e estética com Dr. Shor. Em 1948, continua sua orientação estética no Brasil com Mário Pedrosa. Em 1949, inicia pesquisas no campo da luz e do movimento. Expõe seu primeiro aparelho cinecromático na 1ª Bienal Internacional de São Paulo (1951), obtendo menção especial do júri internacional. De 1953 a 1955, participou do grupo Frente, envolvendo-se nas discussões sobre arte abstrata. Já nos anos 60, começou a produzir máquinas artísticas, nas quais peças coloridas ganham movimentos inusitados em função de um complexo sistema de motores e engrenagens.

Dedicou-se à solução de problemas técnicos e desenho industrial, desenvolvendo processos de controle visual e automático em indústrias. Em 1963, obteve o copyright para sua invenção de um jogo de percepção: Quadrado Perfeito. Em 1997, participou da 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Seu reconhecimento é internacional.

IMPORTÂNCIA DE SUA OBRA

Palatnik foi um artista, um inventor, um revolucionário. Em 1951, seus trabalhos com aparelhos cinecromáticos quase não puderam participar da 1ª Bienal Internacional de São Paulo pois não sabiam em que categoria inscrevê-los. Acabaram entrando como pintura/escultura e receberam um prêmio especial de pesquisa. Os trabalhos de Palatnik já foram expostos em várias mostras no Brasil e no mundo. Ele inventou desde um novo jogo (misto de xadrez e damas) até um aparelho de descascar coco babaçu sem ferir a amêndoa. Passou do estudo da mecânica dos motores de explosão para a pesquisa de arte com a maior naturalidade, pois considerava a arte como um estágio natural da especulação científica. Dizia que a natureza nos rodeava de toda sorte de informações e que ele estava sempre procurando na natureza as suas informações mais secretas. É considerado um dos pioneiros da arte cinética.


O Grivo

Em fins de 1990 O Grivo realizou seu primeiro concerto em Belo Horizonte, iniciando suas pesquisas no campo da “Música Nova”. Interessado na expansão do seu universo sonoro e na descoberta de maneiras diferentes de organizar suas improvisações, o grupo vem desenvolvendo sua linguagem musical. Em função da busca por “novos” sons e por possibilidades diferentes de orquestração e montagem, O Grivo trabalha com a pesquisa de fontes sonoras acústicas e eletrônicas, com a construção de “máquinas e mecanismos sonoros”, e com a utilização, não convencional, de instrumentos musicais tradicionais.
Em consequência desta pesquisa, que leva ao contato com os objetos e materiais mais diversos, cresce a importância das informações visuais e da sua organização nas montagens do grupo. A isto se soma um diálogo, também ininterrupto, com o cinema, vídeo, teatro e a dança. Nas instalações / concertos o espaço de fronteira e interseção entre as informações visuais e sonoras é o lugar onde se constrói nossa experiência com conceitos como textura, organização espacial, sobreposição, perspectiva, densidade, velocidade, repetição, fragmentação, etc.

Arthur Ganson
Renomado escultor cinético. Ganson faz demonstrações de arte mecânica e máquinas de Rube Goldberg com temas existenciais. Ganson tem residido em museus de ciência, colaborou com o Movimento Teatro Studebaker, e foi apresentado em exposições individuais no Museu MIT, Harvard Carpenter Center, o Museu DeCordova  e a Galeria Ricco / Maresca em Nova York. Ele tem uma instalação permanente no Salão Nacional de Inventores da Fama em Akron, Ohio. Ganson é caracterizado na entrada para o Centro de Lemelson para o Estudo da Invenção e Inovação localizado no Smithsonian Institution 's Museu Nacional de História Americana , no National Mall em Washington DC .
Além disso, Ganson deu apresentações à convidados sobre o seu trabalho no TED conferência, e na Fundação Agora Longo . Ganson era um artista-em-residência no departamento de Engenharia Mecânica da Massachusetts Institute of Technology , e alguns de seus trabalhos foram em exposições permanentes desde 1995 na exposição de Engenharia gestual [1] no Museu do MIT em Cambridge , Massachusetts .

Theo Jansen (14 de março de 1948) 

Artista holandês e escultor cinético. Suas obras são uma fusão de arte e engenharia , em uma companhia de carro (BMW) televisão comercial Jansen diz: "Os muros entre arte e engenharia existem apenas em nossas mentes. " Ele se esforça para equipar suas criações com seus próprios inteligência artificial para que eles possam evitar obstáculos mudando claro que quando um é detectado, como o próprio mar.

Guto Lacaz - Design artesanal como meta

Lacaz faz parte de uma geração de profissionais que se tornaram designers por destino e vocação. “Até eu me formar, não se ouvia falar em escolas de design gráfico, só a ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial) do Rio. As pessoas faziam gráfica, ou faziam de uma forma autodidata ou vinham da arquitetura, um curso que oferece várias especialidades”, justifica. Ele conta que, na época em que estudou arquitetura, o currículo abrangia cinema, fotografia, música, desenho artístico, comunicação visual, desenho industrial, arquitetura e planejamento urbano. “Você podia desenhar uma cidade ou uma colherzinha de café. O estudante tinha capacidade de projetar em qualquer área da criação”. Como não apareceu trabalho em arquitetura e gostava de desenhar, Lacaz acabou entrando para a área gráfica.
Em 1979, Lacaz conheceu Ricardo Van Steen e Rafic Farah. Juntou os dois ao já amigo Mário Cafiero. “Sempre gosto do trabalho deles. É por onde me oriento”, conta. Porém, Guto Lacaz firmou-se como profissional autônomo. Ao mesmo tempo em que são amigos, são egos fortes. “Sempre houve troca e estímulo entre nós, mas trabalhar em um mesmo projeto só dava certo quando separávamos as funções e o Farah dizia: Steen, quero que você faça esse pedaço. Guto, faça a ilustração”, revela.

sábado, 19 de novembro de 2011

Intervenção em Bichinho - Resultado

No dia 5 de novembro retornamos à cidade de Vitoriano Veloso (Bichinho), Minas Gerais, para a realização dos trabalhos de intervenção, agora não mais planejando, mas colocando em prática. Após um certo tempo de pesquisa, elaboração de ideias e planejamento do trabalho, realizamos nossa intervenção (denominada "Arte em Sombras") na loja de artesanato "Naninho Artes".  


Nosso trabalho foi baseado em três elementos: luz, sons e sombras. Usamos as luzes para criar sombras mais destacadas nos bonecos e fazer com que as pessoas os olhassem de uma forma diferente, além de poderem interagir com as sombras dos bonecos e com as suas próprias. Os sons tiveram como objetivo criar uma certa tensão no ambiente, além de despertar outras sensações também. Usamos um fino tecido branco para projetar as sombras dos bonecos e das pessoas, além de ficar visível para quem estava do lado de fora da varando, que foi onde a intervenção aconteceu.

Montagem da Intervenção
                                                                                      


E o resultado pode ser visto nas fotos abaixo. Depois de muito planejar, a intervenção foi bem sucedida. Sem dúvida nenhuma, esse trabalho nos ajudou não só a realmente aprender a planejar um projeto, como também a ficar imersos na montagem do mesmo e, após vê-lo acontecer, poder enxergar o que fizemos de positivo e o que ainda pode ser melhorado, nos ensinando a criticar, de uma forma construtiva, nossa própria intervenção.
    

                                     


Seguem abaixo os vídeos que mostram pessoas interagindo com a intervenção.


http://www.youtube.com/watch?v=qbdUNjOf1q0&feature=youtu.be

http://www.youtube.com/watch?v=JqYK1-Czkvs&feature=youtu.be

http://www.youtube.com/watch?v=u2neG_mS8RE&feature=youtu.be
>> Grupo:                       

  Ingrid Morais
  André França
  Elisa Melchiades
  Isabela Rezende
  Pedro H. Magalhães
  Tânia Werneck

domingo, 23 de outubro de 2011

Arquitetura sustentável na Dinamarca

A edição de ontem (23) do Jornal Nacional mostrou um dos temas mais abordados na arquitetura atual: construções sustentáveis. A capital dinamarquesa, Copenhague, está recebendo grandes investimentos na área da sustentabilidade aliada à arquitetura e mostra que essas duas vertentes podem, sim, estar ligadas ao conforto de forma harmoniosa.
Esses projetos magníficos exploram, de uma maneira benéfica é claro, todo os recursos oferecidos pela natureza, deixando a cidade com um ar de campo. Janelas maiores para aproveitar a luz solar, telhados que podem ser gramados ou uma ciclovia que fica dentro do condomínio: tudo é pensado para aliar conforto e respeito à natureza. Vários escritórios de Arquitetura estão mobilizados no projeto e o que não falta é criatividade. Além da Dinamarca, esses arquitetos fazem projetos para outros lugares do mundo, como o Azerbaijão.

Quem quiser conferir a reportagem na íntegra, segue o link abaixo:
http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/t/edicoes/v/projetos-arquitetonicos-transformam-moradores-da-capital-dinamarquesa/1672041/

sábado, 22 de outubro de 2011

Franklin Lee na EA

Nessa quinta (20), a Escola de Arquitetura teve a honra de receber o arquiteto brasileiro Franklin Lee. Ele ofereceu uma palestra aos graduandos e eu estava entre eles. Professor da AA (Architectural Association), escola de Arquitetura de Londres, na Inglaterra, o arquiteto é adepto do desenho paramétrico e mencionou vários pontos relacionados à esse assunto. Lee disse ainda que, para ele, Arquitetura não é representação, e sim desempenho. Ele também nos apresentou o local onde trabalha, além de vários projetos e trabalhos de alunos de lá, reforçando o alto nível dos mesmos e também como funciona a escola. Lee nos contou um pouco de sua carreira como arquiteto e inovações na área.

Franklin Lee
 O arquiteto paulistano Franklin Lee formou-se nos Estados Unidos e trabalha há 20 anos com computação digital. Lee, no entanto, passa de seis a sete meses no Brasil, trabalhando com projetos sociais. Em relação à mídias relacionadas à Arquitetura e Engenharia, ele usa o software de modelagem Rhinoceros — não específico para arquitetos, mas que produz resultados semelhantes. O professor ressalta que, além da integração, os programas desse tipo permitem a chamada simulação ambiental. Na tela do computador, é possível melhorar o projeto com base na direção do edifício, dos ventos e da luz solar, aproveitando ao máximo os recursos naturais e reduzindo o uso do ar-condicionado, por exemplo. 
Sem dúvida, foi uma palestra bastante proveitosa, seja para aqueles que ingressaram no curso há pouco tempo (o meu caso, por exemplo), seja para aqueles que já estão no final de sua graduação; além é claro de pessoas que sejam interessadas na área.
 
Um dos trabalhos dos alunos da Architectural Association (AA)
Para quem quiser conhecer mais sobre o trabalho dele no Brasil e da AA, basta acessar o site abaixo: http://brazil.aaschool.ac.uk/

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Objeto interativo - Vídeo

Após debatermos várias ideias em sala de aula, realizamos o trabalho de confeccionar um objeto interativo que envolvesse também circuitos elétricos. Abaixo, há um desenho esquemático do circuito feito para a criação do meu  objeto interativo. Foi usada uma bateria de 9V, mas uma de 12 V aumentaria o brilho dos LEDs. 

O vídeo a seguir mostra o funcionamento do meu objeto. Apesar de não ter sido minha ideia inicial, mantive como base o acionamento dos LEDS por meio de ímãs, usando para isso um reed switch. Trata-se de uma caixa com LEDS em sua superfície, que a pessoa teria de "percorrê-la" com o ímã para encontrar o reed switch, fechando o circuito e acendendo os LEDS. Apesar de muito simples, creio que tenha dado um efeito legal através das luzes. Mas, como tudo o que fazemos, é sempre passível de mudanças e evoluções.

Croquis - Inhotim

No mês de setembro, visitamos o museu de Inhotim e nos deparamos com grandes e inacreditáveis obras de artistas surpreendentes. Foi uma viagem repleta de aprendizado, mudando nosso olhar sobre a arte. E uma das obras que mais chamou minha atenção (e a do meu grupo também) foi o Penetrável Magic Square #5, sendo inspiração para meus croquis que seguem abaixo. Sua disposição no espaço e suas cores tão distintas e chamativas dão à quem o observa uma sensação de estar em um labirinto e, à medida que vamos percorrendo a obra, começamos a ter percepções diferentes, tanto com a visão como também com o tato (já que as paredes são feitas de acrílico). 



 Além dele, fiz um croqui de um pavilhão que se localiza mais atrás do museu. Nesse pavilhão, são retratadas muitas obras envolvendo crianças, animais e moradores de rua e áreas mais humildes.

domingo, 18 de setembro de 2011

Pesquisa sobre artista: Damián Ortega

Damián Ortega nasceu em 1967, no México. Hoje em dia, ele alterna a sua vida entre a Cidade do México e o Rio de Janeiro. O trabalho desse artista explora situações econômicas, estéticas e culturais específicas e, em particular, como a cultura regional afeta o consumo.
Damián Ortega
Damián Ortega transita entre suportes variados, discutindo os limites da criação artística ao subverter os significados e funções de objetos cotidianos como tijolos, cadeiras, relógios ou carros. O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. Em paralelo, conduz uma investigação sobre formas escultóricas fundamentais, como o cubo minimalista construído com materiais banais ou mesmo desconstruído ou deformado. As suas construções fictícias transmitem uma ilusão baseada na forma. As suas cenografias são estruturas compostas de unidades mais simples, como módulos de uma arquitetura imaginária.

Problematizando questões relativas à modernidade, as fotografias, instalações e esculturas de Damián Ortega investem em objetos cotidianos de um novo significado social e político. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o "Volkswagen Beetle 1983", exposto pela primeira vez na mostra "Cosmic Thing" no ICA de Filadélfia (2004). Trata-se de um fusca, meticulosamente desmontado, cujas partes ficam suspensas por cabos presos no teto do espaço expositivo. O fusca que, tanto no México como no Brasil, é uma espécie de símbolo nacional, ganha novos significados. Por um lado, representa a utopia moderna da igualdade, a promessa de um mundo em que todos teriam acesso às comodidades da tecnologia. De outro, é produto da engenharia nazista e simboliza a barbárie na qual o século passado se afundou. Subvertendo a noção de escultura como objeto sólido, monolítico e estanque, Volkswagen se apresenta como algo prestes a se desfazer ou a se constituir.

Volkswagen Beetle 1983
Sua série de 120 tijolos expostos nos estados "sólido, líquido e gasoso" também lida com a desintegração da escultura. Os tijolos são usados como um brinquedo qualquer de montar, para ilustrar os diferentes estados da matéria de forma esquemática: o sólido é um cubo, o líquido uma placa rente ao chão e o gasoso uma dispersão de tijolos ocupando o espaço entre o chão e o teto.

Ortega participou de importantes exposições como "Compression Decompression", Tate Modern, Londres (2005) "inSite_05: Farsites: Urban crisis and domestic symptoms in recent contemporary art", San Diego (2005) e 50ª Bienal de Veneza (2003). No Brasil, já expôs no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte (2004) e nas galerias Luisa Strina (2004) e Fortes Vilaça (2005), em São Paulo.


FONTES:
http://ideiafixe.blogspot.com/2005/02/damin-ortega.html
http://www.whitecube.com/artists/ortega/
http://entretenimento.uol.com.br/27bienal/artistas/damian_ortega.jhtm

domingo, 11 de setembro de 2011

2ª versão - Animação no SketchUp

Nessa 2ª versão, quis manter certos traços da primeira (como os bonecos sendo representados por pilastras e a entrada que deixa o interior da casa subentendido, como uma incógnita). Porém, quis acrescentar outros elementos que achei importante: fiz o local dentro de um cubo de tijolos para representar seu passado, sua fachada original, e dentro pintei tudo de vermelho (que é a cor atual). Com isso, quis mostrar que no Bichinho o passado e o "futuro" se encontram de certa forma. Além disso, deixei o ambiente mais fechado para tentar proporcionar a quem assiste o vídeo uma sensação de um lugar apertado mas, ao mesmo tempo, aconchegante. 
Segue abaixo a animação:

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Vídeo - Animação perceptual no SketchUp

Agora levando em conta as sensações que tive no local da performance, fiz uma animação usando o SketchUp. Bom, nesse vídeo quis enfatizar as partes com as quais realmente tive um contato (as paredes e os bonecos do presépio, sendo os últimos representados por pilastras vermelhas). Ao resto da casa não dei muito destaque exatamente por não terem sido tão necessários em minha performance individual.

Em relação aos bonecos, quis representá-los como pilastras vermelhas coladas na parede porque a primeira impressão que tive deles foi que já faziam parte do cenário da fachada, estando de certa forma "fundidos" à casa. E essa percepção se confirmou depois da própria moradora ter nos dito isso. Por fim, fiz o interior de preto para dar uma sensação de mistério, já que o público que assistiu a performance não teve muita ideia de como era realmente o interior da casa.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Imagens SketchUp

Após os levantamentos planialtimétricos do local onde faremos a intervenção no Bichinho (no meu caso, a loja Naninho Artes), foi proposto à nós, alunos, que utilizássemos o programa SketchUp para fazer um tipo de maquete 3D do lugar escolhido. Usando várias ferramentas desse aplicativo, foi possível chegar a um resultado bem próximo do original, que pode ser observado nas fotos abaixo.
Fachada


Detalhe da fachada



domingo, 4 de setembro de 2011

Registros da viagem ao Bichinho

A cidade de Bichinho parece ser um pedaço da linha do tempo, recortado e "esquecido" na história. Digo isso pelo fato de sua arquitetura ainda manter traços de construções antigas. Mesmo tendo esses traços característicos, entretanto, a arquitetura moderna já influenciou o ambiente de certa forma.




Um outro ponto importante a se destacar ( que nada tem a ver com a arquitetura da cidade) é o seu povo. A população, sempre educada e hospitaleira, recebe os visitantes com um caloroso "abraço", que é representado pelas palavras gentis e gestos amigáveis. Enfim, é um vilarejo singular.
A performance (segue o vídeo) serviu para nos ensinar a lidar com o espaço a nossa volta de uma maneira diferente, mais profunda. E após a viagem, notei uma grande diferença no jeito em que passei a olhar o espaço, percebendo melhor a interação entre ele e nosso corpo. 

Croquis - Intervenção em Bichinho

Para a intervenção que iremos fazer em Bichinho, nós escolhemos a loja de artesanato Naninho Artes, que além de bonita, tem uma estrutura bacana para que possamos realizar um bom trabalho. Seguem abaixo os croquis da mesma: o primeiro é o da fachada, que já passou por reformas; e o segundo é o do interior do local, mostrando um detalhe do teto que ainda deixa o adobe (que é original) visível.

Fachada

Detalhe - teto

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Trabalho no Photoshop - 2ª versão

Na foto abaixo, quis evidenciar os hobbies da minha colega de sala, Vanessa: assistir filme (representada pela fita) e viajar (representada pelas próprias fotos, que mostram a aluna em viagens que ela já fez). 



Para finalizar, usei um efeito em preto e branco para dar um ar "antigo". Espero que gostem.

Visita ao Museu de Arte da Pampulha - Croquis

Na segunda- feira, dia 22, visitamos o Museu de Arte da Pampulha e aprendemos um pouco de sua história fascinante. Além disso, fizemos alguns croquis sobre certas partes do mesmo; alguns mais específicos, outros mais amplos.

As fotos abaixo ilustram alguns dos croquis que produzi, levando em conta as áreas e detalhes que mais me chamaram atenção. Bom, era necessário postar apenas dois croquis, mas fiquei um pouco em dúvida sobre qual deles escolher. Então, postei três.


Escada no hall de entrada


Palco

Fachada do museu

Um antigo cassino que mostrava todo seu luxo e elegância e que se transformou em um belíssimo museu com muitas histórias para contar.